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domingo, 31 de julho de 2011

Former MACHINE HEAD/SOULFLY Guitarist LOGAN MADER Talks About His Career As Producer



Elash On Tour recently conducted an interview with guitarist-turned-producer Logan Mader (MACHINE HEAD, SOULFLY, DEVILDRIVER, GOJIRA, CAVALERA CONSPIRACY). You can now watch the chat below.

In a recent interview with Hollywood Music Magazine, Mader was asked what a band can expect when it is working with him. "They can expect nothing but the best," Logan laughed. "I do all my own engineering, all my recording, editing, mixing and mastering. So they can expect high quality of performance across the board with all aspects of recording based on what I do and you can tell what I do. Another thing you can expect is that I don't try and make a band sound like me in the production. I like to make a band sound good, but like themselves, and I think I do a pretty good job of that because when I listen to different projects I don't hear a common thread of similarities through all of them. I don't try to attempt to just put my stamp on something; I try to go freestyle when I am working with sounds, or what the song feels is necessary, I let the music tell me what to do."

Regarding his take on where the music industry is headed, Logan said, "I'm starting to shy away from the traditional record label thing in some ways and I'm trying to look at some other ways to go. There's other ways to do it. You're probably not going to sell very many CDs, but people are always going to want to see live music and want to buy merchandise. There are companies like Red Bull who are doing a lot of creative investment into music and they're not a record label but they have tons of money. More money than any record label does right now. There's interesting new ways to evolve with the changing industry, the dying industry, and instead of just surviving and extracting blood from dinosaurs that have been bled to death find new ways and find new blood."

On the topic of where the music industry will be when all the hands are played out. Logan said, "Well, I think the giants are going to come crashing down eventually or they are going to morph into something other than the traditional distribution warehouse, CD marketing, music sales and content sales. I think it really depends on the future of physical content and I kind of suspect that big companies are going to lean towards membership-driven streaming music to where you don't possess the MP3 or CD. You get to be a member which gets you a login code, so you can listen to their entire catalog or whatever they let you listen to, whenever you want. But you don't get to have possession of it. I mean, that's one way to stop piracy but I really don't like that idea too much. I don't see how it can work yet, maybe someone is working on it, and I kind of get the sense that someone is. I heard Apple might be trying to buy Pandora, which started out as a pirate site and then became so big that they made deals with all the copyright owners and now it's a big platform. But I'm sure CDs will be obsolete soon, and DVD players will be gone and all your music will be played from a device either hand held or on your computer. I don't know where it's all going to go but I think that artists need to think about new ways to generate revenues that don't necessarily have anything to do with selling their music. Build up a community and artists can really do a lot on their own. If they are really motivated they can make shit happen. Like an unknown band getting a big placement on a TV show or something like that can happen for an unsigned band. That coupled with a really good feeling of community online. A good fan base, a good database and a community that follows them the bigger it gets is a valuable asset to have. You can sell ad space and become sponsored to make your money and do your music. You will get your money from Coca-Cola and Red Bull instead of a record label. And then touring: if you're good enough you will make money. The music will go on and on and on and there will always be good artists coming in and old ones dying but how it monetizes in the future nobody really knows. It's an interesting time, kind of revolutionary."

Source: Blabbermouth

sexta-feira, 29 de julho de 2011

“O ARTISTA E O DEMÔNIO”

Seu rosto diabólico e seu olhar de maníaco estão em todas as capas do Iron Maiden desde que eles lançaram seu primeiro LP, em 1980.

Edward T. Head, mais conhecido como Eddie, é uma ex-máscara de teatro que há mais de 30 anos ganhou um corpo e se transformou no membro mais conhecido da banda.

Nos anos 70, ele era uma caveira que ficava acima do baterista. “Tinha olhos vermelhos que piscavam e cuspia sangue falso em cima dele,” relembra o baterista Nicko McBrain.

Quando o Iron Maiden lançou seu primeiro álbum em 1980, não havia dúvida de quem estaria na capa – Eddie, desenhado pelo artista britânico Derek Riggs. Aqui, ele fala ao Revealed sobre o demônio que fez dele famoso.

Quando você começou a desenhar o Eddie, nos anos 70, você imaginou que ele iria se tornar um personagem tão famoso e amado pelos fãs do Maiden?
Derek Riggs: Assim que terminei a primeira figura do Eddie, eu encostei na cadeira e pensei “esse desenho vai me fazer rico e famoso”... e então eu pensei “não seja idiota”, e fui pegar um café.

Mostrei-o ao meu empresário, que me devolveu com uma careta, dizendo “não achamos que esse desenho seja muito comercial.”

Comecei a mostrar meu portfólio aos diretores de arte de gravadoras, que normalmente se escondiam de medo, quando o viam. Uma vez, um diretor de arte me expulsou de seu escritório porque ele não achava que era uma capa apropriada para um álbum de rock. Ele apontou para um desenho na parede, que para ele, era uma capa de rock ideal: era uma pintura de uma garçonete usando mini-saia, se curvando de modo que você conseguia ver sua calcinha.

Um outro sugeriu que eu fosse cortar meu cabelo e desenhasse coisas mais normais, porque eu “parecia um esquisitão, ou deficiente mental”, e que eu deveria parar de desenhar aquelas coisas e ir fazer terapia.

O desenho não despertou interesse de ninguém por um ano e meio, antes do Maiden pedir para ver meu portfólio. Eu juntei as coisas e pensei se deveria levar aquele desenho também, porque ele só tinha me prejudicado até ali. Eu meio que pensei “bom, e daí?” e o coloquei junto com o resto das coisas. Então agora eu sou um pouco famoso, mas ainda não sou rico...

Essa história e muitas outras são contadas com mais detalhes no meu livro “Run for Cover, the Art of Derek Riggs”, que está disponível exclusivamente através do meu site: www.derekriggs.com. O livro também traz um monte de desenhos legais e horríveis.

Você sente alguma conexão pessoal com Eddie, como se ele fosse sua criação, quase seu filho? Ás vezes você se sente como um pai orgulhoso?

Derek Riggs: Eu não sou pai do Eddie, ele é apenas um desenho que eu fiz um dia e que acabou dando certo. Nunca tive intenção de ficar desenhando aquela coisa por vinte anos. Eu nem mesmo queria fazer desenhos de horror, sempre fui mais interessado em ficção científica, mas não podia pintar aquelas naves espaciais idiotas. Eu costumava desenhar naves bem bizarras (elas são feitas por aliens, certo?), e então os diretores de arte mostravam algo feito por outra pessoa e diziam “naves espaciais não são desse jeito... elas são assim”. Então eu percebi que ilustração de ficção científica não era tão criativa ou original, como parecia. Aí eu caí fora e fui tentar fazer capas de discos.

De onde veio a inspiração para as mais variadas formas do Eddie?
Derek Riggs: As várias formas do Eddie eram normalmente originadas da direção em que a banda gostaria de ir naquele momento. Um ano o tema foi egípcio, depois ficção científica, e assim por diante. Normalmente os detalhes do que vinha depois eram meus. Eles só me davam a direção e me deixavam livre para criar. Na maioria das vezes, o resto do conteúdo era idéia minha, apesar de que às vezes eles tinham idéias mais detalhadas do conteúdo do desenho, como a capa do Piece Of Mind, que foi idéia do Steve. Muitas das outras coisas, detalhes e tal, eu costumava criar enquanto desenhava. Ás vezes eu simplesmente enjoava e mudava ele, só pra ter o que fazer.

Qual é o seu Eddie favorito, e por que?

Derek Riggs: Gosto do Eddie Clairvoyant, porque é complemente maníaco. Eu não o planejei daquele jeito. A música era sobre clarividência (ver o futuro), e eu comecei com uma idéia de algo como o deus romano Jano, que eu acho que tinha duas faces, e então eu dei a Eddie três faces (passado, presente e futuro), mas eu não conseguia ajustar o rosto quando a boca estava aberta, então no desespero, eu apaguei as partes entre suas mandíbulas (as bochechas) e ficou tão maluco que eu deixei daquele jeito.

Há citações de você dizendo que a idéia para o Eddie foi baseada em uma imagem de uma cabeça decapitada que você viu em um documentário na televisão sobre a Batalha de Guadalcanal, na Segunda Guerra. Isso é correto?

Derek Riggs: Não, isso é uma asneira total. Não há citações minhas dizendo isso porque eu nunca disse nada parecido com isso. É uma citação completamente errada. E também, do ponto de vista dos fatos, é completamente errado.

Eu queria fazer um desenho de uma figura em decomposição, semi-esquelética, nas ruas de Londres, mas eu precisava de algum material como fonte, porque eu realmente não sabia como uma cabeça humana se decompõe.

Então me lembrei de uma montagem de fotos que eu tinha feito nos anos 70, quando estava na escola. Parte dessa montagem era uma fotografia de uma cabeça em decomposição que tinha ficado presa em um tanque. Essa foto estava na revista Time e a legenda dizia que era a cabeça de um soldado americano que ficou presa em um tanque vietnamita. Muitos anos depois, encontrei a mesma foto em uma coleção da Time Photos. A legenda dizia que era a cabeça de um soldado inglês em um tanque Nazista. Então agora eu acho que a foto não era nada mais do que um pouco de propaganda política de guerra. De qualquer forma, eu usei essa foto como referência para desenhar a cabeça do monstro.

Eddie não foi inspirado pela foto; usei a foto como referência para o desenho. O desenho foi inspirado pelo movimento punk rock inglês no final dos anos 70. Eles tinham meio que essa filosofia da rua, sobre como a juventude da época estava sendo desperdiçada e jogada no lixo. Foi uma tentativa de representar essa idéia visualmente. Mas eu não conseguia vendê-la aos punks, eles ficavam com muito medo.

Você acha que ele envelheceu bem? O Eddie de hoje é tão poderoso e atrativo como os antigos?
Derek Riggs: Apenas os que eu desenhei. Os Eddies de outras pessoas são meio toscos. Todos falam como se pudessem desenhá-lo, mas quando chega a hora, falham. E isso é porque eles falam demais, mas eu sou o único que vai lá e faz.

Minhas ilustrações venderam mais produtos do que Walt Disney. Eddie vendeu mais do que Mickey Mouse. Eu já vendi mais pôsteres do que o presidente dos EUA em ano de eleição. Muitas das idéias “originais” de fantasia que você vê nos filmes e na televisão foram roubadas diretamente do meu site e de trabalhos publicados meus. Tenho a idéia e alguém simplesmente vai lá e rouba. Fico um pouco cansado de ver minhas idéias sendo usadas por outras pessoas que não têm criatividade própria, mas apenas um grande orçamento para um filme. Ei, dê a MIM o grande orçamento para um filme e veja o que acontece. E parem de roubar do meu site. Ladrões.
Sendo um demônio, como é Eddie? Você deu uma personalidade a ele?
Derek Riggs: Olha, Eddie é um desenho. Ele não tem uma personalidade, ele não come, não dorme, não rosna e não morde. Ele não acredita em nada, não é a favor de nada e não é contra nada. Ele é um desenho.... certo?

Quais são algumas das maiores idéias erradas que as pessoas têm sobre o Eddie?
Derek Riggs: Que ele é uma pessoa real, com personalidade. Que de alguma forma, eu seja daquele jeito, que ele seja meu alter ego. Bom, ele não é. Ele é só um desenho que eu fiz um dia e meio que ficou “grudado” em mim. Ele meio que me segue, como o monstro de Frankenstein. E você acha que tem problemas com perseguidores.

Você parou de trabalhar para o Iron Maiden há algum tempo. Foi difícil se separar da sua criação?
Derek Riggs: Não, na época em que parei de trabalhar pra eles, eu já estava mesmo com o saco cheio de desenhar o Eddie. Eu realmente queria fazer outra coisa. Eu poderia ter feito um grande estardalhaço por causa dos direitos sobre o personagem, mas eu não queria mais desenhá-lo e não o utilizaria pra mais nada mesmo. Além disso, ele era parte da essência nos negócios do Maiden, e não é da minha natureza prejudicar as pessoas desse jeito. Então eu simplesmente saí andando. Eu faço muita caminhada. Eu fiz alguns desenhos para eles recentemente, e parece que eles foram bem recebidos pelos fãs, então vamos ver como as coisas acontecem. Mais caminhada, eu suponho.

Sóbrio em mente


Em entrevista à Classic Rock, Danny B falou sobre o Head Cat, projeto com Lemmy Kilmister e Slim Jim Phantom. Confira alguns trechos.

Como a banda foi formada?

Conheci Lemmy nos anos 1980. Ele é um grande fã de Rockabilly. Em 2000, Slim Jim e eu iríamos produzir um tributo a Elvis. Chamamos vários amigos, de backgrounds diferentes. Descobrimos que tanto Johnny Ramone como Lemmy eram grandes fãs de Elvis. Eles concordaram em participar. Gravaríamos as músicas e depois cada convidado faria sua parte. Quando Lemmy cantou “Viva Las Vegas”, estava no tom errado. Então ele falou que nós três deveríamos apenas gravar o disco. Assim a banda nasceu.

Deve ser um trio muito divertido.

É demais. Conheço Jim há muito tempo. Lemmy é um cara old school no estúdio, participou de todo o processo de gravação. Decidimos tudo juntos, foi muito legal.

Passar tanto tempo com Lemmy pode ser perigoso.

E é. Mas ele está sempre sóbrio em mente. Toma seu Jack Daniels com Coca-Cola, mas se mantém firme. Estávamos bebendo juntos, mas ninguém chegou a cair ou algo do tipo (risos).

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Machine Head: veja a capa e o tracklist do novo álbum



Unto the Locust, o aguardado novo álbum do Machine Head, chegará às lojas dia 27 de setembro. O disco é o sucessor do aclamado The Blackening (2007), um dos melhores álbuns de thrash metal da última década.


Produzido pelo próprio Robb Flynn, guitarrista e vocalista da banda, o trabalho foi mixado por Juan Urteaga (Exodus, Sadus, Testament).


O disco será lançado em duas versões – standard e uma edição dupla com DVD -, sendo que a versão especial conta com covers para as clássicas “The Sentinel” do Judas Priest e “Witch Hunt” do Rush.


Confira abaixo o tracklist de Unto the Locust:


CD normal:
1. I Am Hell (Sonata In C#)
I) Sangre Sani
II) I Am Hell
III) Ashes To The Sky
2. Be Still And Know
3. Locust
4. This Is The End
5. Darkness Within
6. Pearls Before The Swine
7. Who We Are


CD + DVD:
1.I Am Hell (Sonata in C#)
I) Sangre Sani
II) I Am Hell
III) Ashes To The Sky
2. Be Still And Know
3. Locust
4. This Is The End
5. Darkness Within
6. Pearls Before The Swine
7. Who We Are


Bonus tracks:
8. The Sentinel (Judas Priest cover)
9. Witch Hunt (Rush cover)
10. Darkness Within(Acoustic)


DVD The Making Of Unto The Locust Documentary

quarta-feira, 27 de julho de 2011

SEPULTURA: turnê sul-americana com o Machine Head confirmada


 
A Base2 Produções confirmou para o próximo mês de outubro a turnê conjunta das bandas SEPULTURA e Machine Head na América do Sul.

Segue abaixo a lista das datas confirmadas até o presente momento:

14/10 - São Paulo, SP - Brazil (Via Funchal)
15/10 - Curitiba, PR - Brazil (Master Hall)
16/10 - Porto Alegre, RS - Brazil (Casa do Gaúcho)
21/10 - Buenos Aires - Argentina (El Teatro Flores)
23/10 - Santiago - Chile (Teatro Caupolican)

Os ingressos adquiridos através do site oficial do SEPULTURA serão disponibilizados em até 12 vezes sem juros no cartão de crédito.O novo álbum da banda SEPULTURA, “Kairos”, teve o seu lançamento confirmado no Brasil no último dia 17 de junho, através da Laser Company. O material foi lançado no formato digipack e conta com um DVD de bônus que contém um extenso making of registrado durante o processo de produção do supracitado álbum.