segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Porn Rock com a banda Erocktica


Sexo e Rock And Roll, é uma boa combinação, e isso está bem claro numa banda bem curiosa que se chama Erocktica.


Essa banda explora performances pornôs no palco durante suas apresentações, já com muitos fãs, eles tocam em vários festivais desse estilo (Porn Rock).


Liderado pela vocalista Pink Snow, que mostra toda sua sexualidade ao vivo, provocações não faltam nos shows da Erocktica.


No palco a sexualidade está sintonizada com o som da banda (bem legal), e o público participa junto.


Sempre no final do show é escolhida uma pessoa da pista para passar umas horinhas com a vocal Pink Snow, ela recruta um (a) fã para tomar um drink no camarim após os shows, e promove momentos de prazer com o escolhido (a).

No mínimo curioso o show dessa banda entre no site oficial e confira mais informações desse estilo que está crescendo na Europa e EUA.

Andreas Kisser agradece ajuda do Torture Squad

Em uma mensagem postada no site oficial, o guitarrista do Sepultura, Andreas Kisser, comentou a substituição temporária do baterista do grupo, Jean Dolabella. Por conta de uma tendinite em um dos braços do baterista, o grupo teve que transferir o show que aconteceria em Lendorff, na Áustria, dia 27, para amanhã, dia 1º de agosto. Para o lugar de Dolabella, o grupo recrutou temporariamente o baterista do Torture Squad, Amilcar Christófaro.

“Tivemos sorte porque no mesmo dia, a banda brasileira Torture Squad, um grande grupo de thrash que está conquistando espaço no exterior, está aqui para uma turnê e o Sepultura e o Torture Squad têm dois festivais em que tocam juntos”, diz um trecho da nota. “Amilcar Christófaro é um grande baterista e um grande fã do Sepultura, ele conhece bem o nosso material antigo, e quando falamos com ele, ele estava pronto para nos ajudar”, continua. A previsão de Andreas é que Jean Dolabella se recupere em três dias.



Por fim, o guitarrista agradece: “Estávamos embaraçados com essa situação e estamos muito agradecidos ao Amilcar e ao Torture Squad por isso, é um evento histórico para todos os envolvidos e o show não pode parar! Muito obrigado Amilcar, você é foda!”. Recentemente, Andreas Kisser substituiu Scott Ian no Anthrax, enquanto o guitarrista aconanhava o nascimento de seu primeiro filho.







FONTE: rockemgeral

NERVOCHAOS: Confira tracklist de álbum Ao Vivo



O vindouro álbum ‘Live Rituals’ da banda NERVOCHAOS, já está em processo de produção e a banda anuncia o tracklist final do trabalho:
1. Infernal Words

2. Pazuzu Is Here
3. All-Out War
4. Total Satan
5. Dark Chaotic Destruction
6. Perish Slowly
7. Funeral Rites (Sepultura Cover)
8. Pure Hemp
9.
Turn Face (Brutal Truth Cover)
10. The Truth Appears



O trabalho contará com canções gravadas durante a turnê de promoção de seu mais recente álbum, o aclamado ‘Battalions of Hate’. Gravações estas feitas durante da turnê europeia ‘Occult Rituals Over Europe 2011’. O trabalho também apresenta duas faixas bônus gravadas em estúdio, uma para o projeto ‘Hamlet’ e outra para o álbum tributo ao Brutal Truth denominado ‘An Underground Tribute to Brutal Truth’.



A capa foi feita pelo renomado artista Marcelo Vasco e em breve será divulgada.



www.myspace.com/nervochaos
www.metalmedia.com.br/nervochaos




Saxon: ‘Call to Arms’ será lançado no Brasil




Às vésperas do show que o SAXON realizará em São Paulo no mês de Outubro, a HELLION RECORDS anuncia o lançamento nacional do novo álbum da banda, Call To Arms.


Gravado nos estúdios Chapel e Brighton Electric, ambos na Inglaterra, Call to Arms foi co-produzido pelo vocalista Biff Byford. São 11 faixas inéditas que resgatam a sonoridade clássica do SAXON sob atmosfera contemporânea.
Este é provavelmente o melhor álbum que compusemos e gravamos nos últimos 20 anos“, declara Biff Byford. “Eu sei que várias bandas dizem isso, mas o Call To Arms realmente soa assim para mim. É o encontro perfeito do nosso passado com um ótimo acabamento moderno“.


Ainda de acordo com o vocalista, Call To Arms é um disco que vai agradar fãs do SAXON de todas as gerações. “Nós fizemos discos mais obscuros, fizemos também álbuns totalmente heavy metal. Estivemos experimentando entre esses dois espaços nos últimos dez anos. Call To Arms representa a culminação desse período e o retorno há 20 anos antes disso. Eu amo as músicas. Eu amos os sons. É um disco certeiro.


Entre os destaques do álbum está a faixa “Back in 79” que reúne a participação de diversos fãs da banda. “Tudo aconteceu depois que colocamos uma nota em nosso site 24 horas antes de gravarmos a música em Brighton” , explica Biff. “Curiosamente, 79 pessoas apareceram para cantar na música. O resultado foi fantástico, além de ser um tributo direto a Denim And Leather onde fizemos exatamente a mesma coisa.


Call To Arms chega às lojas de todo Brasil no final de Agosto. A versão nacional será lançada no formato duplo incluindo como bônus o CD Live At Donington 1980. A edição será limitada em mil cópias.




Esse é o 19º álbum de estúdio dos gigantes da NWOBHM





Fonte: Eliton Tomasi - Assessoria de Imprensa Hellion Records









Ian Gillan: retomando parceria com Tony Iommi

Em entrevista ao Brave Words, Ian Gillan comentou a possibilidade de voltar a trabalhar com Tony Iommi, após o projeto Whocares. “Tenho um tempo livre em abril do ano que vem. Devemos nos juntar por uma semana e ver o que rola. Se teremos tempo para um álbum, não sei. Mas é o plano. Trabalhar com Tony é especial, pois é um cara único. Quando ouço suas idéias, sei exatamente onde vai parar. Então, nossas composições saem de maneira mais fácil”.

Mas ao contrário do que aconteceu com o Heaven and Hell, Gillan não vê a possibilidade de um grupo chamado Born Again aparecer. “De forma alguma. Aquele disco foi seguido por uma turnê, sabíamos que duraria ao menos um ano. De fato, foi a mais longa festa que já participei. Esse trabalho seria meu e de Tony, apenas. Nem discutiríamos os outros músicos até ter algo pronto. Não teria tempo para excursionar, pois o Deep Purple está sempre ativo. Jamais pensamos em reunir a formação daquele disco, de qualquer modo”.



Matéria original: Blog Van do Halen




Nightwish: escute demo enviada por Anette para entrar na banda

Anette Olzon, atual vocalista do Nightwish divulgou a gravação que ela enviou para a banda em novembro de 2005 na tentativa de substituir o posto de vocalista da a recém saída Tarja Turunen. A música escolhida foi ‘Ever Dream’ do álbum ‘Century Child’ de 2002 e pode ser escutada em seu myspace

www.myspace.com/anetteolzonofficial/music/songs/01-everdream-demo2005-mp3-83211481



Cerca de 2000 vocalistas enviaram material para a banda, e apenas 10 foram chamadas para audição ao vivo com a banda.



Fonte: Metal Hammer

JASON BECKER is not dead yet!


Jason Becker conhecido guitarrista, e um dos mais talentosos da história da música. Jason Becker ganhou destaque com a sua parceria emocionante com o colega músico Marty Friedman e sua banda Cacophony. Como Paul Gilbert, Vinnie Moore e Yngwie Malmsteen, ambos assinados pelo selo Shrapnel. Depois de gravar álbuns espetaculares, Jason foi convidado a se juntar à banda de David Lee Roth, assumindo o lugar de Steve Vai, isso apóa a turne do album Skyscrapper.


Jason foi premiado na Guitar Player Lifetime Achievement Award e agora está prestes a estrelar um filme, um documentário sobre sua vida extraordinária, intitulado Perpetual Burn: A História de Jason Becker.

Agora em seus 40 anos, sua condição médica tem se mantido estável desde 1997. Jason é dependente de cuidados que ele recebe de sua família e amigos, por apoio financeiro e isto é muito importante para sua garantia.

Jason Becker is not dead yet Festival – Será um festival para angariar fundos e toda a renda irá diretamente para o guitarrista.

Os seguintes artistas já confirmaram presença: Guthrie Govan, Mattias IA Eklundh, Kiko Loureiro, Stuart Hamm, Anur Atma, Michael Lee Firkins, Marcel Coenen, Joop Wolters, Daniele Gottardo e mais se seguirão.

Em 1991, durante a gravação do “A Little Ain’t Enough” álbum então com 21 anos de idade, Jason foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (doença de Lou Gehrig), e foi dado a ele menos de 3 anos de vida. Felizmente Jason ainda está por aí!

Jason acabou perdendo a capacidade de falar e agora se comunica com os olhos através de um sistema desenvolvido por seu pai, Gary Becker. Embora a sua ALS gradualmente roubou-lhe sua capacidade de tocar guitarra, andar, e, eventualmente, até mesmo falar, ele ainda permanece mentalmente afiada e, com o auxílio de um computador, continua compondo, merece todo respeito.
Fonte: ailhadometal

Uriah Heep: Músicas e Capa do “Live in Armenia” Revelados

A gravadora Frontiers Records divulgou o lançamento do Live in Armenia, novo pacote CD+ DVD no dia 23 de setembro na Europa e 27 de setembro na América do Norte.

Em outubro de 2009, Uriah Heep lançou o álbumCelebration“ comemorando o 40 º aniversário, contendo gravações de estúdio de 12 de suas mais bem sucedidas, músicas clássicas, além de duas novas. Esta gravação anunciou uma nova fase para a banda, com o seu direto som clássico para o futuro.



A banda caiu na estrada para celebrar 40 anos em cima e abriu novas fronteiras na Europa Oriental, Austrália, África do Sul, Japão e América, tocando em 53 países diferentes no total. O lema da banda sempre foi “se o povo não pode vir para ver e ouvir música Heep, vamos dar isso a eles” e baseado nisso, quando a banda foi convidada para tocar pela primeira vez na Armênia, eles não pensaram duas vezes e foram ao país. Assim como, quando a banda concordou depois de serem abordados por equipes de TV e cinema para documentar o show que mostra uma performance épica e uma reação do público incrivelmente forte e poderosa.
Foi único porque foi o primeiro para nós, e o fato de que nossa música significava tanto para tantas pessoas, foi maravilhoso“, diz Mick Box. “Não pode ficar melhor que isso. Houve alguns problemas técnicos a superar, como tocamos em equipamentos contratados, mas a emoção da noite ganhou completamente, e se perguntou, nós de fato voltamos a tocar novamente“.



Uriah Heep, que indiscutivelmente inventou o Hard Rock em conjunto com o Black Sabbath, Deep Purple e Led Zeppelin, que vendeu mais de 30 milhões de álbuns desde a sua criação em 1969. De sua primeira encarnação como The Gods and Spice, dando a eles números recorde, álbuns de ouro e platina, muitos sucessos além de uma base de fãs dedicados ferozmente de proporções mundiais, o Uriah Heep podem se gabar de ser um dos maiores do Reino Unido, seja em um Rock Progressivo Pesado ou mesmo comparado a todas bandas atuais dos séculos 20 e 21.
Live in Armenia” será lançado exclusivamente em um digipak 2CD brilhante + pacote de DVD e em uma versão limitada em LP (incluindo apenas a parte de áudio, lógico!):

CD1: Wake the Sleeper; Overload; Tears of the World; Stealin’; Book of Lies; Gypsy; Look at Yourself; What Kind of God; Angels Walk With You; Shadow.
CD2: July Morning; Easy Livin’; Sunrise; Sympathy; Lady In Black.
DVD: Wake the Sleeper; Overload; Tears of the World; Stealin’; Book of Lies; Gypsy; Look at Yourself; What Kind of God; Angels Walk With You; Shadow; July Morning; Easy Livin’; Sunrise; Sympathy; Lady In Black




FONTE: ailhadometal

Andreas Kisser: "tocar com o 'Big Four' foi incrível"





A Jackson Guitars conduziu uma entrevista com o guitarrista Andreas Kisser do SEPULTURA, durante o festival Sonisphere, no Reino Unido, que aconteceu nos dias 08 a 10 de julho de 2011. Confira o bate-papo abaixo:



Kisser preencheu a vaga do guitarrista Scott Ian do ANTHRAX em 11 shows, enquanto Ian passava um tempo com sua família após o nascimento de seu primeiro filho.



Kisser comentou: "Foi uma sensação incrível, que eu nunca imaginei. Isso me deixou muito surpreso, mas ao mesmo tempo muito honrado e muito feliz".



"Quando Scott me ligou em dezembro passado, me convidando para fazer parte do Anthrax por duas semanas, incluindo o shows do 'Big Four', e poder tocar com todo mundo no palco no final do show, nossa, foi ótimo. Levei e representei o Heavy Metal do Brasil, mas ainda sou o guitarrista do Sepultura, eles chamaram um guitarrista do Sepultura".



"Tocamos um pouco do Sepultura, e a reação do público foi incrível, gritando o nome da banda durante a apresentação".



"É algo que vou levar para o resto da minha vida. Toda minha família está super feliz e meus fãs no Brasil estão orgulhosos. Não posso dizer nada de ruim sobre eles (risos). Foi muito positivo e surpreendente".



"Eu toco guitarra da minha maneira e isso está no meu DNA. É como Scott Ian, James Hetfield, Kirk Hammett, Dave Mustaine, Kerry King, Jeff Hanneman, Gary Holt. Eles estão todos aqui. O EXODUS não está, mas Gary Holt está. (risos). E o que mais eu poderia querer? Na Itália Scott fez a jam com a gente".



"Foi incrível. Foi muito especial. É como um headbanger que sempre sonhava em ver isso. E eu sou um fã de heavy metal, e eu estou aqui no meio deles, participando com a minha guitarra e com a minha presença".



Kisser fez sua estréia ao vivo com o Anthrax no dia 2 de julho na Veltins Arena, em Gelsenkirchen, na Alemanha como parte do show do "Big Four" com o Metallica, Slayer e Megadeth.




FONTE: blabbermouth.net





domingo, 31 de julho de 2011

Os cinqüenta melhores álbuns de Death Metal

O site HailMetal.com publicou e, 2007 a sua lista dos "50 melhores álbuns de Death Metal de todos os tempos" escolhidos pelos integrantes de seu staff.
Embora a lista dos álbuns possa ser conferida abaixo, sugerimos uma visita à lista original para todas as capas e comentários (em inglês).

1. AT THE GATES - THE RED IN THE SKY IS OURS
2. MORBID ANGEL - ALTARS OF MADNESS
3. AMORPHIS - TALES FROM THE THOUSAND LAKES
4. KATATONIA - BRAVE MURDER DAY
5. DEATH - SPIRITUAL HEALING
6. THE CHASM - DEATHCULT FOR ETERNITY: THE TRIUMPH
7. THERION - BEYOND SANCTORUM
8. OBITUARY - CAUSE OF DEATH
9. ENTOMBED - LEFT HAND PATH
10. OPETH - MORNINGRISE
11. VADER - LITANY
12. POSSESSED - SEVEN CHURCHES
13. UNLEASHED - WHERE NO LIFE DWELLS
14. ASPHYX - THE RACK
15. DARK TRANQUILLITY - THE GALLERY
16. NILE - ANNIHILATION OF THE WICKED
17. ARGHOSLENT - INCORRIGIBLE BIGOTRY
18. CARCASS - NECROTICISM: DESCANTING THE INSALUBRIOUS
19. CRYPTOPSY - NONE SO VILE
20. MALEVOLENT CREATION - THE TEN COMMANDMENTS
21. DARKTHRONE - SOULSIDE JOURNEY
22. PESTILENCE - CONSUMING IMPULSE
23. SEPULTURA - MORBID VISIONS
24. DISMEMBER - LIKE AN EVERFLOWING STREAM
25. GRAVE - INTO THE GRAVE
26. TIAMAT - THE ASTRAL SLEEP
27. UNANIMATED - ANCIENT GOD OF EVIL
28. MASSACRA - FINAL HOLOCAUST
29. BOLT THROWER - ...FOR VICTORY
30. CARNAGE - DARK RECOLLECTIONS
31. PSYCROPTIC - SCEPTER OF THE ANCIENTS
32. AUTOPSY- SEVERED SURVIVAL
33. HATE ETERNAL - I, MONARCH
34. GORGUTS - OBSCURA
35. AMON AMARTH - ONCE SENT FROM THE GOLDEN HALL
36. ATHEIST - PIECE OF TIME
37. GOD MACABRE - THE WINTERLONG
38. RUNEMAGICK - THE SUPREME FORCE OF ETERNITY
39. NOCTURNUS - THE KEY
40. ABOMINATION - ABOMINATION
41. CADAVER - ...IN PAINS
42. MACABRE - SINISTER SLAUGHTER
43. NECROPHOBIC - THE NOCTURNAL SILENCE
44. CANNIBAL CORPSE - TOMB OF THE MUTILATED
45. STARGAZER - THE SCREAM THAT TORE THE SKY
46. DEICIDE - DEICIDE
47. FLESHCRAWL - DESCEND INTO THE ABSURD
48. MIASMA - CHANGES
49. DEMIGOD - SLUMBER OF SULLEN EYES
50. IN FLAMES - THE JESTER RACE

Fonte: Whiplash

Top 10 Rush Albums



Rush bassist Geddy Lee turns 58 today (July 29), and we’re celebrating by taking a look at some of the band’s best work. With 18 albums under their belt so far, which ones are “best” is a fiercely debated topic among fans of the Canadian trio. We’d like to add our voices to the discussion, and share our list of The Top Ten Rush Albums:

10 - ‘Snakes And Arrows’
2007

This slot was a point of contention among the UCR staff, when considering the last three full Rush studio albums released to date. The initial impact of ‘Vapor Trails’ suffered due to sound quality issues, but if you put ‘Test For Echo’ and ‘Snakes And Arrows’ up against each other, it’s a dead heat. In the end, the emotion surrounding Rush’s continued output of new music with ‘Snakes’ wins out. The initial single ‘Far Cry’ confidently validated that without a doubt, Rush had returned, offering a very immediate reminder of how vital their music remains in the present.
 
 
 
 
9 - ‘Roll The Bones’
1991

Rush’s first album of the ’90s found the band sending the keyboards further back in the mix as Alex Lifeson’s guitar regained its deserved prominence. The title track injected a spoken word rap, somewhat controversially, into the otherwise familiar realm of what had previously been expected from a Rush album. After shifting stylistic phases throughout the ’80s, ‘Roll The Bones’ firmly planted the Canadian veterans back on solid ground for an album that was generally well received by the Rush fanbase.
 
 
 
 
8 - ‘Permanent Waves’
1980

With ‘Permanent Waves,’ the band began to drift away from their harder-edged sound, slipping into a more radio friendly frame of songwriting. ‘The Spirit of Radio’ seemingly is a celebratory pat on the back for the entertainment medium of the same name. As drummer Neil Peart explains, that feeling exists at the core of the song, but it also laments the formulaic and soulless programming methods that were starting to rob radio of the once-great spontaneity enjoyed by listeners.
 
 
 
 
7 - ‘Signals’
1982

How do you follow up the most successful album of your career? If you’re Rush, seeking to match or surpass the success of 1981′s ‘Moving Pictures,’ you dig in and put out an album that’s more musically focused, with shorter songs (alas, they couldn’t all be ’2112′ length epics, apparently), while continuing to experiment with the evolving keyboard-heavy sound that the band embraced during the ’80s. One of the album’s best known tracks, ‘Subdivisions,’ began as a song that Neil Peart first jammed with members of the road crew during the ‘Moving Pictures’ tour before bringing in the rest of the band.
 
 
 
 
6 - ‘A Farewell To Kings’
1977

The fifth Rush album ushered in a couple of firsts: ‘Closer To The Heart’ was the first Rush song co-written with a non-band member, and it also gave the band their first hit in the U.K. As a perennial fan favorite, it’s been present in nearly every tour setlist, with only a few exceptions. ‘Closer’ was omitted beginning with the band’s 2002 tour, a move that caused great consternation amongst Rush fans. It turns out, the band just needed a break from ‘Closer To The Heart’ after playing it consecutively for so many years. It finally has seen regular action again as part of the current ‘Time Machine’ tour.
 
 
 
 
5 - ‘Hemispheres’
1978

Continuing the story that began at the conclusion of ‘A Farewell To Kings,’ Rush devoted the entire A-side of ‘Hemispheres’ to the second part of ‘Cygnus X-1.’ ‘Book I’ at the tail end of ‘Kings’ laid out the initial part of the story in 10 minutes. For ‘Book II’ on ‘Hemispheres,’ Rush would spend an additional 18 minutes fleshing out their mystical storyline. The epic dual suite probably isn’t the best starting point for anyone trying to introduce a friend to the top Rush albums. But if you want to show off a bit of the band’s musical chops, ‘The Trees’ makes for a nice and relatively quick (especially for the time period) excerpt.
 
 
 
 
4 - ‘Rush’
1974

Listening to Geddy Lee’s yowling vocals on tracks like ‘Finding My Way,’ (a point of contention with anti-Rush fans who find Lee’s early vocals to be harsh on the ears), from Rush’s 1974 debut is a “far cry” (intentional pun) from the overly polished sound that they’ve developed in more than 40 years as a band. For both their studio albums and live shows in the early years, less was often more, and the sound of ‘Rush’ closely reflects the band’s live sound from the era. Plus, one only needs to hear a few seconds of the seven minute-long ‘Working Man’ to know that Rush were heading towards bigger places.
 
 
 
 
3 - ‘Fly By Night’
1975

The second Rush album brought the studio debut of Neil Peart as the band’s new drummer and principal lyricist. Peart’s addition was a game-changing move, giving Rush a clear direction with a rhythmic pilot who was more than ready for the challenges that lay ahead. As older musical aficionados will recall, the chimes at the end of ‘By-Tor And The Snow Dog’ were pressed into the runout groove of the first album side. For older turntables, this meant that the chimes would keep playing until the stylus was lifted.
 
 
 
 
2 - ’2112′
1976

One of the highlights of the ‘Test For Echo’ tour was the full airing of the titular ’2112′ suite from Rush’s fourth album. Often mistakenly identified as a concept album because of the seven-part title track, ’2112′ was born out of the commercial failure of the band’s previous album, 1975′s ‘Caress of Steel,’ and delivered Rush their first gold record. The famous ‘Starman’ character also makes his first appearance on the back cover of ’2112.’
 
 
 
 
1 - ‘Moving Pictures’
1981

‘Moving Pictures’ is obviously one of Rush’s top albums, and that’s at least partially due to undeniable ‘Tom Sawyer.’ The classic anthem is certainly one of the great album opening tracks of all time, and the sonic punch its opening inflicts still sounds just as impressive as the first time that we heard it. Geddy Lee delivers one of his most famous lead vocals and the signature lyrical opening has us scratching our head, wondering how we left it off of our list of best opening lyrics earlier this summer. Unlike some ho-hum full album performances by other artists, the chance to see ‘Moving Pictures’ complete on the ‘Time Machine’ tour was a rare moment worth every concert dollar. But if you know Rush, you’ll know that you always get your money’s worth.
 
 

CHICKENFOOT: New Single Available For Streaming



"Bigfoot", the new single from CHICKENFOOT — the supergroup featuring guitar hero Joe Satriani, drummer Chad Smith, former VAN HALEN bassist Michael Anthony and frontman Sammy Hagar — can be streamed using the SoundCloud player below. The track will be released via iTunes tomorrow (Monday, August 1).

CHICKENFOOT will release its sophomore album, "Chickenfoot III", on September 26 via earMUSIC/Edel and from eOne Music in North America in a special 3D designed package.

Produced by Mike Fraser (AC/DC, METALLICA), "Chickenfoot III" and is described by Hagar as "the best record I've ever made." He tells RollingStone.com, "It's a lot more musical than the last record – the hooks and the songs are better. Satriani adds, "We created a record that was deeper and better than the first one . . . it makes a musician very happy when they can see that they are involved with something that's very moving forward and life-changing."

"Chickenfoot III" track listing:

01. Last Temptation
02. Alright, Alright
03. Different Devil
04. Up Next
05. Lighten Up
06. Come Closer
07. Three and a Half Letters
08. Bigfoot
09. Dubai Blues
10. Something Going Wrong

Regarding why the chemistry between the CHICKENFOOT bandmembers works so well, Hagar said in a recent interview, "Chemistry is the most magic thing you can have in a band. You can have four of the greatest musicians in the world, and if they don't have chemistry, the music ain't gonna be great. And you've seen it in a lot of other bands out there, in supergroups that have tried to be together over the years. It doesn't always work. CHICKENFOOT works. I don't know why. I think we're all grown up. Nobody cares, no one needs the money, no one's trying to get famous, we're not looking for fame and fortune. We just wanna play the kind of music that we love and we grew up on and continue that type of music and most people aren't doing that."

Smith will have two new records out within a month of each other, since the new RED HOT CHILI PEPPERS album, "I'm With You", arrives on August 30. Smith will not tour with CHICKENFOOT this time due to his commitments with his main band.

"That's the biggest disappointment about the whole thing," Hagar tells RollingStone.com, adding the band has auditioned several drummers and have an audition with Kenny Aronoff (JOHN MELLENCAMP, JOHN FOGERTY, SMASHING PUMPKINS). "He's going to spend a couple days with this and were just going to jam and if he fits. It's got to be the chemistry. Kenny can play that's for sure and we all like him. He's kind of like Chad — he's kind of crazy and he hits so fucking hard that he beats his drum set to the ground that after every show he needs a new drum set."

Source: Blabbermouth

Motorhead: Lemmy responde perguntas dos fãs


O frontman do MOTÖRHEAD, Lemmy Kilmister, em 2008, respondeu várias questões enviadas por fãs através do MySpace oficial da banda.

Quando vocês estarão lançando um novo CD? Eu adoro toda a música, é ótima, mantenham o bom trabalho

Lemmy: "Nós estamos em estúdio nesse momento, fazê-lo não demorará muito, ok?"

O que você gostaria de fazer no futuro e que tipos de artistas ainda estão em sua lista?

Lemmy: "Que questão estranhamente elaborada! 'O que eu gostaria de fazer no futuro?' (1) Respirar, e (2) Pamela Anderson! 'Que tipos de artistas ainda estão em minha lista?' Que lista? Bem, não Picasso, mas definitivamente Pamela Anderson e Halle Berry".

Há músicas do MOTÖRHEAD que estão entre suas favoritas, mas vocês não tocam porque acham que não ficam bem ao vivo?

Lemmy: "Muito boa pergunta. Bem, (profunda respiração) 'Snakebite love'/ 'Bad Woman'/ 'Devils'/ 'March or Die'/ 'Make my day'/ 'In the Black'/ 'One more fucking time' e muitas e muitas outras!! A alma dessas músicas simplesmente some ao vivo, é estranho!"

Lemmy, se você tivesse de parar de trepar ou fazer música, o que escolheria?

Lemmy: "Bem, a primeira atividade é razão pela qual eu entrei na segunda! Então eu afirmo que não tenho que escolher!"

Lemmy, qual é a sua escolha atual para Baixo? Você está agora predominantemente tocando com os modelos Rick 4003?

Lemmy: "Eu estou usando o Baixo LK4007 Carved Signature que eu desenhei e a Rickenbacker fez. Estes (2) e um velho 4003 que Phil me deu, e o baixo Inferno da Minarik, que até agora só eu tenho HAH! Dê uma olhada no site da Minarik Guitars, você se surpreenderá".

Hey, nós tocamos um cover da canção “Motorhead”, a adoramos! Nossa questão: O que vocês pensam de bandas tocando músicas pesadas com coisas em seus ouvidos para protegê-los!!!? : ) Na verdade nós não usamos... Vocês detonam!!!

Lemmy: "Costumei usar um brinco por um tempo, e é isso. As orelhas de algumas pessoas são mais sensíveis, você sabe, é uma coisa individual. Mas o corpo humano se adapta – questão de tempo! Sim, eu o faço. (Detonar, imagino)!"

Algum plano para um outro cover de punk rock?... RAMONES, PLASMATICS, DEAD BOYS, ANWL, SEX PISTOLS???? - Obrigado pelo seu tempo.

Lemmy: "Eu não sei na verdade, temos tocado Country, Punk, TED NUGENT, THIN LIZZY, VELVET UNDERGROUND, TAMMY WYNETTE, PLASMATICS, GIRLSCHOOL, YARDBIRDS, ZZ TOP, METALLICA, TWISTED SISTER, QUEEN, CHUCK BERRY. O que mais você quer? Eu pensarei em algo!"

E aí Lemmy, que tipo de música você toca/tocava antigamente e agora (que o influenciou como músico)?????

Lemmy: "Antigamente - LITTLE RICHARD, CHUCK BERRY, JERRY LEE LEWIS, FATS DOMINO, BUDDY HOLLY, EDDIE COCHRAN nos BEATLES, STONES, YARDBIRDS, HENDRIX, THE MOVE, JIMMY REED, THE COASTERS, JAMES BROWN. Jesus, é o suficiente?"

O que em sua opinião é a melhor cura para uma ressaca?

Lemmy: "'Hair of the Dog' (Outra daqueles que te deixaram desse jeito!) [N.T.: Em português, 'pêlo do cachorro', uma redução da expressão “pêlo do cachorro que te mordeu", que significa beber um pouco de álcool para melhorar a ressaca]"

Porque você deixa suas guitarras em afinação baixa, e quem teve esta idéia?

Lemmy: "Porque se tem mais flexibilidade para tocar! E não se esqueça, as cordas de Calibre Leve são o mesmo que uma afinação baixa. A primeira vez que ouvi foi com ERIC CLAPTON no BLUESBREAKERS – Banjo com a 5ª, 1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª e jogar a 6ª fora!"

Quando Lemmy morou em seu apartamento em Notting Hill, alguém morando com ele acidentalmente incendiou o local que foi inteiro queimado, eu ouvi isso antes. Mas é verdade?

Lemmy: "O fogo foi resultado dos esforços de algum colega de quarto que colocaram fogo no local para cometer um assassinato e o encobrir. Eu estava em turnê na ocasião".

Lemmy, há uma canção de CHUCK BERRY que eu gostaria que considerasse fazer um cover, que se chama “Down Bound Train”. Ela é sombria e assustadora, e eu acho que MOTÖRHEAD faria um grande trabalho com ela!

Lemmy: "Nunca ouvi essa!"

Qual a melhor mistura de bebidas que recomendaria, e qual a melhor maneira de bebê-la?

Lemmy: "Whisky Jack Daniel’s e Coca-Cola, misturados na sua boca".

Ei, Lemmy, qual canção lhe dá a maior agitação ao cantar ao vivo?

Lemmy: "Isso muda – no momento é 'Going to Brazil'"

Olá, Lemmy! Ainda tem as toalhas de banho de Manfred? Aquelas com o “M” bordado? Wacken-Manfred ficará feliz de tê-las de volta!

Lemmy: "Eu não as tenho. Deve ter sido a equipe! [que levou]"

Alguma chance de que eu possa descobrir onde conseguir um desses baixos do Lemmy? Aqueles mau-encarados feitos em madeira?

Lemmy: "Ed Roman em Vegas tinha uma porção até onde ouvi falar".

Como você está, Lemmy? Sua saúde?

Lemmy: "Boa. Até agora, muito bem!"

Como está o novo álbum por vir?

Lemmy: “Nós acabamos de terminar os riffs, agora fazemos os arranjos, etc”.

Por que sua atitude é tão boa enquanto muitas outras bandas tem más atitudes com relação aos fãs?

Lemmy: "Eu não sei como pessoas podem ser babacas com aquelas que os apóiam! Apesar que, não somos populares com um monte de gente!"

Ei, Lemmy, o que pensa de Ian Stuart?

Lemmy: "Eu achava que Ian Stuart devia ter deixado seu cabelo crescer e daí teríamos seis Rolling Stones!"

Olá, Lemmy! Em algum lugar em seu livro “White Line Fever” você escreveu que a canção “We are the road crew” foi escrita em menos de 10 minutos. As canções ou letras ainda vêm a você tão rápido ainda agora ou agora é um problema já que vocês já tem construído uma longa coleção de músicas?

Lemmy: "Não, elas ainda vêm de repente às vezes: 'Ain’t no Nice Guy' – 1 Hora; 'Going to Brazil' - 15 minutos; 'One more fucking time'- se muito, 30 minutos. Sortudo, eh?"

Você receou que o MOTÖRHEAD nunca chegasse a nenhum lugar quando começou a banda?

Lemmy: "Não, eu sabia que estaríamos ok, só que não tão velhos!"

OK, qual sua opinião sobre a indústria do Rock de hoje?

Lemmy: "É a mesma porcaria de antigamente! Nem me faça começar!"

De onde vêm os bebês?

Lemmy: "Os bebês surgem quando um homem vai ao topo de um prédio alto e pula, e uma mulher o pega antes que caia no chão. Em seus dentes".

Eu ouvi que Joe Petagno não estará mais fazendo arte para a banda. Dado que suas capas de álbuns, etc, são uma parte integral da banda, você tem ainda desenhos feitos para usar, ou você acha que adotarão outra postura?

Lemmy: “Nada é para sempre”.

Qual a sua opinião sobre a Segunda Guerra Mundial?

Lemmy: “Foi uma porra de bagunça mal planejada, mal fornecida e mal pensada, o mesmo que todas as guerras menores!”

Vocês gosta de vinho tinto!!!????

Lemmy: “Eu prefiro Rosé ou Rosado, se você é americano - Mateus Rose é um dos melhores”.

Se você pudesse escolher quaisquer músicos, incluindo aqueles que já morreram, para formar um tipo de “Banda de Todos os Sonhos” (além do MOTÖRHEAD) quem escolheria?

Lemmy: "Muitos, depende do que você quer tocar. Algo como Jeff Beck/ Hendrix/ Pete Townsend/ Billy Gibbons/ Phil Campbell na guitarra. Keith Moon/ Philthy/ Mikkey Dee/ Terry Williams/ Dave Grohl na bateria e a trombeta de Little Richard com os teclados de Pete Solley. Depende do que quer tocar, mas há milhares de outros músicos!"

Ok, Lemmy, que tipo de baixo é seu favorito e que marca você mais toca?

Lemmy: "Eu sempre gostei do Rickenbacker, mas agora há o Minarik e eu também quero um Gibson Thunderbird com um braço mais curto!"

Você sempre quis ser um músico? Se não, como que idade você decidiu que queria ser um músico?

Lemmy: "Eu me interessei pela arte musical pelos 13 anos – eu vi todas aquelas garotas – eu tinha um cérebro de 13 anos, agora eu tenho um cérebro de 15 anos!"

Você pode, por favor, me dizer se é fácil ser o vocalista de uma banda?

Lemmy: "Nada é fácil. Nada vêm de graça!"

O que eu realmente quero saber é o que inspira sua música e letras, o que o mantém escrevendo tais ótimas músicas?

Lemmy: "A constante injustiça global, constantes amantes sem sucesso, estar bravo com a autoridade geralmente, alguma questão?"

Quais suas comidas e bebidas favoritas?

Lemmy: "Batata frita, Feijão-de-Lima, Bife Frito, Galinha Frita! Whisky Jack Daniel’s e Coca-Cola, Vinho Mateus Rose".

Pode me dizer como foi conhecer Phil Lynott e pode nos contar algum fato engraçado sobre o roqueiro?

Lemmy: "Não tenho fatos realmente engraçados, eu e Phil apenas demos algumas risadas saindo juntos ocasionalmente, - não víamos um ao outro bastante, mas ele era uma estrela de verdade!"

De forma geral, você achava mais divertido ser parte da cultura do rock nos anos 70 e 80, quando a música não era tão micro-categorizada quanto é hoje?

Lemmy: "Sim, infinitamente! Nós ficamos em primeiros nas paradas - e não em nossa categoria!"

Fonte: Whiplash

BILL WARD Talks About Legendary BLACK SABBATH/LED ZEPPELIN Jam Session

Backpage Magazine recently spoke to BLACK SABBATH drummer Bill Ward about the infamous "Black Zeppelin" jam session rumored to have happened between SABBATH and LED ZEPPELIN during the 1970s.

"It only happened on one occasion that ZEPPELIN and SABBATH were in the studio at one time, and I think it was in the mid-'70s," said Ward. "We were in sessions — I don't remember what album we were working on — but it all started when Bonzo [LED ZEPPELIN drummer John Bonham] comes into the studio and sits down at my drum kit and starts playing 'Supernaut'. That was one of our songs that he really liked. It escalated to a pretty crazy situation within about 30 minutes, because not only was Bonzo there, but Robert Plant and John Paul Jones were there as well. Jimmy [Page] wasn't there, but I wish he had been. And Bonzo was kickin' the crap out of my drum kit!" Ward laughed. "I can still hear him playing that intro on the hat, over and over.

"Bonham's bass drum work, of course, was incredible," recalled Ward. "I played two bass drums, and they only let him play one in LED ZEPPELIN, so there he was playing two bass drums. 'Supernaut', I tell you, sounded like something from the hardcore bands of today, where they play two bass drums with such incredible speed. And you know, Bonzo was doing that easily. He was having a good time, playing two bass drums, and he was playing all the down beats and some quiet treble with all the high hats. So, he was playing 'Supernaut' with a whole different feel, all the while yelling 'Supernaut!' for pretty much the whole time. It was crazy, man."

Read more from Backpage Magazine.

Photo by Christopher Wagner (courtesy of Bill Ward)



Source: Blabbermouth

Rolling Stones: a história do Rock and Roll Circus

Capa do vídeo lançado, 28 anos após a gravação do Rock and Roll Circus


Há um certo rigor na avaliação do guitarrista dos Stones, já que se o Altamont foi realmente desastroso, por conta da enorme confusão que causou a morte de uma pessoa, o "Rock and Roll Circus", não chegou a fracassar, já que nem foi lançado. O circo patrocinado pelo quinteto britânico foi idealizado como um especial de televisão, que nunca chegou a ser exibido, vindo a ser lançado em VHS quase 30 anos mais tarde.

Os motivos para o "fracasso" da empreitada de Jagger e Companhia são muitos, mas antes de expô-los, é necessário entender a origem da idéia e sua concepção. Como Richards afirmou, no fim dos anos 60, havia uma grande confluência de idéias vanguardistas, incrementadas pelo espírito da contracultura e pelos embalos criativos de uma geração que não tinha limites para seus devaneios. Os BEATLES  piravam na psicodelia de "Sgt. Pepper", lançavam filmes loucos como "Yellow Submarine" e Magical Mistery Tour". Artistas como JIMI HENDRIX  e THE WHO se congregavam em festivais com outros grandes nomes da época revolucionando a música e propagando um ideal de paz e amor. Aliado a isso, o clima na capital britânica era regido pelo "Swinging London", que trazia uma transformação profunda nos costumes e efervescência cultural. E os Rolling Stones? O que faziam os Stones em todo esse contexto?

Bill Wyman, então baixista do grupo, afirmou certa vez que os Stones estavam sempre correndo atrás das tendências. A psicodelia do Sgt. Peppers passou a ser referencia para o "Their Satanic Magesties Request", mas o resultado, segundo o próprio Wyman, ficou muito aquém do esperado. Isso fez com que os Stones, principalmente na figura de Mick Jagger, tentassem trazer algo revolucionário, que colocasse a banda como uma referência, assim como os seus "rivais" de Liverpool.

Muitos apontam o "Rock and Roll Circus" como resposta ao "Magical Mystery Tour", filme protagonizado pelos Beatles, e transmitido na televisão pela BBC. Mas a idéia o "Circus" era tentar misturar vários aspectos da cultura da época: a reunião de vários músicos talentosos, característica dos festivais; o impacto das imagens, utilizadas pelas bandas em filmes e especiais de TV, e a psicodelia e vanguardismo típicos daquele momento.

Os Rolling Stones com seus figurinos circenses


A idéia original do circo do Rock and Roll era ainda mais ousada e, segundo Pete Townshend (guitarrista do Who), nasceu de um encontro entre ele, Mick Jagger e Ronnie Lane (guitarrista que havia sido do THE SMALL FACES e, naquele momento, fazia parte do FACES). Os três estavam em um estúdio para gravar alguns backing vocals para uma demo dos Stones, quando Townshend sugeriu a criação de uma turnê que excursionaria por todos os Estados Unidos, como um legítimo circo. As bandas, Rolling Stones, Who e Faces, viajariam em trens e teriam uma estrutura que seria transportada nesses mesmos veículos. Eles se instalariam em tendas e se apresentariam em uma lona que seria comprada do tradicional circo Barnum & Bailey.

Jagger chegou a contatar o projetista de palcos Chip Monck para esboçar a idéia de como seria a estrutura em que as bandas se apresentariam. Algumas reuniões ocorreram em Los Angeles para tentar colocar a idéia em prática, que previa, inclusive, a gravação de um documentário com imagens da apresentação. Entretanto, a idéia não foi adiante por conta da estrutura ferroviária norte-americana que, naquela época, encontrava-se em péssimas condições e priorizava o transporte da carga, dificultando o transporte de passageiro. A logística da turnê seria altamente sacrificante, já que os trens eram muito lentos e o deslocamento entre uma cidade e outra demoraria muito. Nos anos 70, Ronnie Lane chegou a excursionar com sua nova banda, SLIM CHANCE, mas o projeto tinha dimensões infinitamente menores do que seria a turnê circense de Stones, Faces e Who.

Frustrada a idéia original, Mick Jagger tentou adaptá-la para um filme que tivesse o mesmo espírito daquela surgida em conjunto com Townshend e Lane. Foi aí que ele chamou o diretor Michael Lindsay-Hogg, que já havia participado da produção de alguns vídeos promocionais da banda, e formulou o que seria o "Rock and Roll Circus".

A idéia era combinar números circenses com espetáculos de rock. Para isso, Jagger e Lindsay-Hogg queriam contar com um elenco de grandes bandas e combiná-las com um aspecto mambembe de um circo decadente. A idéia era contrapor a grandeza dos grupos a simplicidade e espontaneidade do circo. O vocalista dos Stones queria contar com nomes consagradas como os Beatles e o Who, além de novos talentos. A inviabilidade de contar com os Fab Four, fez com que outras bandas e artistas fossem chamados.

Rodado em um velho galpão londrino, conhecido como Roundhouse, o filme começa com todos os artistas que fariam parte do espetáculo adentrando o picadeiro, fantasiados de palhaços e outros personagens circenses. Mick Jagger e Keith Richards fariam o papel de mestres de cerimônia, apresentando as atrações do circo.

O diretor do filme conta que havia duas opções para ser a atração novata que abriria o especial. A primeira delas era o JETHRO TULL, que acabou participando da apresentação. A outra opção seria, segundo Lindsay-Hogg, o LED ZEPPELIN, que acabou sendo vetado porque os Stones achou que o grupo dava muita importância às guitarras. O Tull parecia uma opção mais palatável.
O grupo liderado pelo vocalista e flautista Ian Anderson passava, no entanto, por um delicado momento de transformação. Eles acabavam de demitir Mick Abrahams e estavam sem guitarrista naquele momento. Estava sendo testado em algumas sessões de estúdio um guitarrista não muito conhecido, mas que já tinha um certo nome no underground londrino, Tony Iommi. O músico, que ficaria mundialmente conhecido por seu trabalho com o BLACK SABBATH, teve uma passagem relâmpago pelo Jethro Tull.

A única apresentação do Jethro Tull com Tony Iommi


Foi Iommi que faria o papel de guitarrista na apresentação do Tull no Rock and Roll Circus. O que ele fez foi, literalmente uma figuração, já que por conta do pouco entrosamento entre os membros da banda, eles optaram por fazer um playback de "A Song For Jeffrey", primeiro single, retirado do recém-lançado "This Was".

Essa seria a única apresentação de Tony Iommi com o Jethro Tull. Pouco depois ele seria demitido e voltaria a integrar o Earth, banda que mais tarde se tornaria o Black Sabbath. Anderson explica que a demissão de Iommi aconteceu porque eles consideravam que, apesar de talentoso, o guitarrista teria dificuldades para se adaptar ao ecletismo que estavam buscando para banda. Segundo o vocalista, eles não queriam tocar apenas "blues de brancos" como haviam feito no primeiro álbum e como era o estilo do então bluezero do Earth.

Houve uma dificuldade para executar o playback de "A Song For Jeffrey", por mais que isso possa parecer contraditório. A canção contava com uma gaita e flauta executadas por Ian Anderson, obviamente, tocadas uma de cada vez, em estúdio. Havia a preocupação dos membros da banda de que a apresentação não parecesse muito falsa, e a solução encontrada foi a de que o baixista Glenn Cornick ficasse encarregado por fingir que tocava a gaita. A apresentação ficou bem realista.

A segunda apresentação do filme, para muitos, é um dos pontos altos do "Circus". Alguns rumores dizem respeito que um provável motivo do engavetamento do filme seria o show do The Who, que supostamente teria deixado os Stones com medo de comparações. Mas apesar da energia demonstrada no palco, o Who passava por um momento de baixa em sua carreira. Após o lançamento de cinco álbuns a banda não conseguia deixar de fazer parte de um segundo escalão das bandas inglesas e só era elogiada pelas suas performances ao vivo. Ainda faltava um grande trabalho, que viria no ano seguinte, com o "Tommy".

A apresentação do Who no Circus
Mesmo assim, o Who brilhou no picadeiro do Rock and Roll Circus. É até difícil saber se a performance é ou não um playback, devido a competência na execução da canção. A impressão que se tem é que há uma edição de duas tomadas, uma na qual a banda realmente toca e outra em que eles apenas se exibem fazendo gracinhas como a de Keith Moon que molhou as peles de sua bateria para quando a tocasse espirrasse água fazendo um efeito interessante. Não há nenhum depoimento que confirme essa edição, nem desminta a hipótese de playback. Mesmo assim, a performance de "A Quick One While He's Away", do album "A Quick One (Happy Jack)", de 1966, entraria para a história da banda.

Uma particularidade sobre essa música é que ela é considerada uma mini-ópera, ou opereta de rock. A idéia da canção surgiu como uma paródia de uma ópera de Giuseppe Verdi chamada "Gratis Amatis". A estrutura da música foi utilizada em diversas outras canções do Who, e motivou que a banda compusesse uma opera inteira como um álbum, o que viria a ser feito em "Tommy" (1969) e "Quadrophenia" (1973).

Os integrantes do Who teriam uma participação importante no Circus, não só pela sua apresentação, mas também pela presença na platéia durante os números de outras bandas. Quando os Stones se apresentaram, em plena a madrugada, Moon e Townshend pareciam bem mais contentes do que os músicos que tocavam, e foram responsáveis por animar todos que estavam no público.

O terceiro convidado do Circus foi o bluesman Taj Mahal. Os Stones conheceram Taj Mahal em uma apresentação de sua banda na famosa boate Whisky A Go-Go, em Los Angeles. O músico norte-americano conta que fazia um solo de gaita com os olhos fechados e quando os abriu viu Mick Jagger, Keith Richards, Eric Burdon e Hilton Valentine (os dois últimos do ANIMALS) dançando loucamente na platéia. Quando terminou o seu show na boate californiana, o bluezeiro sentou-se com os Stones e conversou com os britânicos durante toda a noite, iniciando uma amizade entre eles.

O convite para Taj Mahal participar do Rock and Roll Circus foi uma surpresa para o músico e seus companheiros de banda. Repentinamente o empresário da banda recebeu oito passagens para Londres para participar do especial. Mas tudo foi tão corrido que os músicos entraram na Grã-Bretanha como turistas, sem os vistos de trabalho. O medo de uma deportação fez com a apresentação de Taj Mahal fosse gravado um dia antes do previsto. Ele executou quatro canções: "Checkin' Up On My Baby" e "Leaving Truck", do primeiro disco "Taj Mahal" (1968); "Corina" e "Ain't that a Lot of Love", do segundo álbum "The Nacht'l Blues" (do mesmo ano). Essa última música foi a que entrou na edição oficial do filme. As outras três ficaram como bônus do DVD, lançado somente em 2004.

Uma das coisas mais interessantes da banda de Taj Mahal era a interação entre músicos de diversas etnias. O grupo contava com um guitarrista índio americano Jesse Davis, baixista Gary Gilmore e baterista Chuck Blackwell de origem inglesa, além do próprio Taj Mahal que tinha ascendência afro-americana, indiana e caribenha. Essa mistura atraiu o interesse de um dos convidados do evento, John Lennon, acabou ficando fascinado com a banda e chegou a trabalhar com Jesse Davis.

John Lennon acompanhou as gravações com o seu filho Julian


Trinta anos depois, Taj Mahal e os Rolling Stones voltariam a se encontrar profissionalmente. No disco ao vivo "No Secutity", de 1998, eles tocam juntos a canção "Corina".

Os musicais foram intercalados por números circenses de qualidade duvidosa. Eles eram propositadamente ruins, pois era a intenção do diretor colocar todos os artistas num nível de simplicidade e espontaneidade típicas de um circo. Um dos números contou com a participação da super modelo Donyale Luna junto com um engolidor de fogo. Em uma segunda apresentação, Luna acariciava um tigre. Essa parte foi cortada da edição final e entrou como extra do DVD. Infelizmente a modelo viria a falecer anos mais tarde por envolvimento com drogas.

Depois de uma das performances circenses, era a vez de Marianne Faithfull entrar no picadeiro. A cantora chamava mais a atenção pelos dotes físicos do que propriamente pelo seu talento vocal. Na ocasião ela namorava Mick Jagger, a quem conhecia desde 1965, quando gravara uma versão de "A Tears Go By".

A bela Marianne Faithfull, então namorada de Jagger


No Circus, a jovem cantora fez um playback de "Something Better" sentada no centro do palco. Tomadas feitas de uma grua tentavam ressaltar a beleza da moça em contrapondo a uma canção nada animadora. Em depoimentos posteriores, os músicos diziam que Faithfull era uma das mais paparicadas dos bastidores, mas que, ao mesmo tempo, sofria com as gozações de alguns recalcados que a viam como um estereótipo de loira-burra.

Marianne Faithfull teria uma carreira bem-sucedida mesmo depois de se desvincular dos Rolling Stones. Ela se aventuraria também como atriz, mas, antes disso, ficaria famosa por namorar outro Stone: Keith Richards.

A participação de John Lennon no Rock and Roll Circus foi um dos pontos altos do especial. Depois da negativa de ter os Beatles no evento, Mick Jagger queria ter Steve Winwood (então no TRAFFIC) como atração. O tecladista/vocalista, no entanto, estava rouco e exausto após uma turnê de sua banda e acabou recusando o convite. Foi aí que eles voltaram a pensar nos Beatles, só que de forma individual. Inicialmente, pensaram em Paul McCartney, mas acharam que ele demoraria a responder o chamado e acabaram optando por Lennon, definido por Michael Lindsay-Hogg como mais entusiasmado.

John logo aceitou participar e disse que levaria Eric Clapton (que estava estourado com o CREAM). Foi assim que surgiu a idéia de formar um supergrupo para o evento. Os Stones convidaram Mitch Mitchell (baterista do JIMI HENDRIX EXPERIENCE) e Keith Richards completaria a banda, só que tocando baixo. Eles escolheram uma canção dos Beatles para fazer o primeiro número, "Yer Blues", que havia sido lançada meses antes no White Album.

John Lennon, Eric Clapton, Keith Richards e Mitch Mitchell formaram o Dirty Mac


O grupo escolheu o nome de THE DIRTY MAC, uma espécie de paródia com FLEETWOOD MAC que estava em evidência na época. A apresentação da banda contou com uma performance estranha da esposa de Lennon, Yoko Ono. Ela entraria num saco de pano preto no começo do número e ficaria agachada e fazendo movimentos estranhos durante toda a execução de "Yer Blues". Quando a canção terminou, Ono saiu "triunfalmente" do saco, ofuscando a apresentação de outro convidado do Dirty Mac, o violinista francês Ivry Gitlis.
Segundo a própria Yoko Ono, o saco fazia parte de uma obra de arte performática e tinha grande importância no seu currículo artístico. Apesar de não ter sido privilegiada pelas câmeras, Ono dizia que John era um entusiasta da idéia, e chegou a fundar para ela uma companhia artística chamada "Bag Productions". A própria Ono admite que apesar de ter sido encorajada por John, o vilonista não ficou muito satisfeito com a aparição repentina.

O constrangimento de Gitlis ficou evidenciado quando o Dirty Mac iniciou uma jam com o violinista e Ono começou a "cantar", berrando sons aparentemente sem sentido. A improvisação ficaria conhecida como "Whole Lotta Yoko" e apesar de ser muito criticado pela maioria, foi encarada como uma grande ironia para artistas como Pete Townshend. O guitarrista do Who acha a apresentação deliciosa. Para ele o contraste entre aqueles grandes nomes, fazendo uma ótima improvisação, contrasta perfeitamente com os berros de Yoko.

Após a apresentação da superbanda se apresentariam os anfitriões Rolling Stones. O problema é que a organização do evento foi extremamente caótica. As filmagens começaram por volta das 10 horas da manhã daquele 11 de dezembro de 1968. Jagger e seus companheiros só começaram a tocar depois das 2 da madrugada, quando todos já estavam exausto, inclusive a banda.

Jagger foi o principal articulador de tudo que teve a ver com o Circo. Ele coordenou os bastidores e ciceroneou os convidados. Além disso, ele cuidou de cada detalhe juntamente com o Lindsay-Hogg. O cansaço, porém, pouco abateu o vocalista, mas seus companheiros depois de muitas horas de espera e esbórnia nos bastidores acabaram abatidos.


Alguns relatos, como os de Townshend e Anderson, dão conta que não houve muita farra por trás dos picadeiros. O clima era, de certa forma, familiar. O diretor do especial conta que havia confraternização entre os músicos que faziam jams acústicas tocando violões e batucando nas mesas. É claro que rolou um bocado de bebida e de drogas, mas nada de muito pesado, nada de destruição, nada de ostentação comum à vida de rockstar. O clima era circense, tanto no picadeiro, quanto na coxia.

Mas a harmonia entre as bandas não conseguia esconder o evidente desconforto entre os membros dos Stones. Havia um sério problema de desentendimento entre o guitarrista Brian Jones e seus companheiros. Os Stones estavam cansados dos excessos de Jones. Tanto Townshend, quanto Anderson, afirmam que todos os músicos presentes sabiam que aquela seria a última noite do guitarrista com seus parceiros.

Lindsay-Hogg conta que, na véspera da gravação do especial, recebera uma ligação desesperada de Brian Jones, na qual ele dizia, aos prantos, que não estaria presente para as filmagens. Segundo o diretor, o guitarrista não entendia porque os seus companheiros o tratavam com tamanha frieza.

As ameaças de Jones não se confirmaram e, no dia seguinte, ele estaria lá no galpão. A presença dele, no entanto, não ajudou muito na gravação do especial. Todos perceberam que a banda não tinha mais a mesma sintonia dos primeiros anos.

O cansaço e o clima pesado entre Brian Jones e os demais Stones se refletiram na performance da banda. Todos pareciam abatidos com exceção do vocalista. Jagger, apesar de todo o cansativo dia, parecia estar possuído. Ele parecia incorporar o espírito do empreendimento, querendo fazer daquele um momento histórico. Só que os demais membros da banda não estavam na mesma sintonia.

Eles abriram com "Jumpin' Jack Flash", numa versão intimista, bem distinta da original e das execuções ao vivo posteriores. O show seguiu com duas músicas menos conhecidas do recém-lançado "Beggars Banquet": o blues "Parachute Woman" e a balada "No Expectation".

O clima não melhorou muito em "You Can't Always Get What You Want". Mas foi em "Sympathy For The Devil" que o show dos Stones se tornou histórico. Mick Jagger, que já vinha se sobressaindo desde a primeira canção, tomou conta do palco dando uma aula de como um vocalista deve se apresentar. Ele fez uma apresentação que surpreendeu até mesmo o diretor do especial. Sem avisar nada a ninguém, ele tirou a camisa durante um solo e exibiu umas "tatuagens" de figuras demoníacas maquiadas no corpo. Os Stones contavam com o reforço do pianista Nick Hopkins e do percussionista Rocky Dijon, que deram uma sonoridade ainda melhor para aquele viraria um clássico da banda.

Mick Jagger e suas "tatuagens" demoníacas
A noite foi encerrada com um playback de "Salt of the Earth", quando os Stones sentaram junto a platéia e aos seus convidados, fingindo cantarem todos juntos. Destacam-se, na cena, os membros do Who, especialmente Keith Moon, que havia pego diversos estofados dos assentos e coberto o corpo como uma fantasia. Os "Whos" animaram não só o capítulo final, mas em diversas partes do show dos Stones é possível vê-los dançando e animando a platéia.

Era um fim de um dia longo, exaustivo, divertido, mas ao mesmo tempo, tenso.

O resultado final ficou decepcionante, segundo a crítica dos próprios Rolling Stones. Com essa desculpa, eles engavetaram o projeto, que só viria a ser lançado 28 anos depois.

A hipótese mais provável para o arquivamento do "Rock and Roll Circus", no entanto, estaria na relação dos Stones com Brian Jones. O guitarrista foi demitido da banda apenas três meses depois do evento e, pouco depois, ele apareceria morto na piscina de uma fazenda, em circunstâncias não esclarecidas.

Antes da morte de Brian Jones, os Stones pensaram em refazer a sua parte do show no Rock and Roll Circus. A idéia de Jagger era fazê-lo em Roma, em pleno o Coliseu. Alguns jornais italianos chegaram a publicar manchetes como: "Onde os leões rugiram um dia, agora os Stones vão tocar!". O diretor do especial achava que seria um bom conceito, já que o Coliseu era o circo original. Porém, não houve autorização da câmara de vereadores romana. A idéia, por isso, foi abandonada por completo.

Assim, as fitas acabaram ficando jogadas no escritório de Ian Stewart, produtor de turnês da banda. Quando, por problemas ficais, os Stones tiveram que transferir seu escritório para a França, as latas com os filmes chegaram a ficar "guardadas" no banheiro. Foi aí que Stewart levou o material para casa.

Quando o co-fundador dos Rolling Stones morreu, em 1985, as fitas foram encontradas em um celeiro, em meio ao feno. Foi aí que os remanescentes da banda reviram o especial e resolveram lançaram.

Ian Anderson, do Jethro Tull, talvez tenha a melhor percepção do que foi o evento, não só para a carreira de sua banda, mas para história do rock "O Circus foi mais importante para mim do que eu imaginava na época. Foi muito teatral e rocambolesco, bem no estilo do showbiz britânico. Talvez tenhamos herdado algo da estranha teatralidade humrística do Rock and Roll Circus, do Monty Pyton, dos Goons e outras empreitadas humorísticas da época".

Keith Richards, por sua vez, afirma que "foram dois dias de loucura total. Quando terminamos parecia que estávamos desanimados, tínhamos corrido demais. Só depois percebemos que aquilo não era só um amontoado de performances. Foi um evento muito especial. Um grupo único de pessoas, fazendo coisas que normalmente não faziam".

O clima de camaradagem entre os músicos e o desfile de talentos provam o quanto especial foi aquele evento, mas também toda uma época em que os interesses comerciais não estavam acima da arte, ao ponto de uma superprodução ser engavetada por seus idealizadores por acharem que não estava como devia estar. Apesar da baixa qualidade de alguns pontos do especial, não há dúvida que o Rock and Roll Circus é um documento de uma época especial da história do rock.

Para entender um pouco daquele clima, não deixe de ouvir o especial preparado pelo MOFODEU sobre o Rock and Roll Circus. Nele, você poderá ouvir algumas das canções executadas no evento, além de se informar de uma forma divertida e bem humorada.

Fonte: Whiplash