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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Duff McKagan: Nobody Chooses Addiction, Not Even Amy Winehouse



Duff McKagan is the former bassist for Guns N' Roses and the leader of Seattle band Loaded. His regular column runs every Thursday on Reverb.

​Like everyone else this side of the pond, I woke up Saturday morning to hear the sad and terrible news that singer Amy Winehouse was found dead in her London apartment. Like everyone else, too, I suddenly felt a great loss and not a little bit of anger.
In my head I yelled at her, "C'mon, girl! It seemed as if you were pulling OUT of that drug shit! It seemed as if you were on your way back! It seemed as if maybe, just maybe, you'd be putting that troubling time behind you..." But no. It wasn't to be after all. Alas, the Winehouses do not have their daughter Amy anymore.
In the late '80s into the '90s, there was a mess of drug-addled youth in their 20s in and around rock and roll music--buying into the "Live Fast, Die Young" mantra and all of that stupid and ignorant rot--that I found myself and my circle of friends a part of. I lost two of my very best friends to overdoses. And for a while it seemed that I'd most certainly go that same route.
But I had good people around me, a network of friends and family that some of my peers didn't have. It was those people, who when I saw a chance to get better, and get sober, it was they who called and stopped by, and showed me how to stay away from the bad stuff--taught me how to stay alive.
Amy lived her life for the last eight years in a fishbowl. We all peered in when she had her great and worldwide success. We all gawked at that same fishbowl as we watched her stumble again and again. Our view into the fishbowl changed as her life's trials changed. But her view OUT of the fishbowl never changed. I'm sure it was claustrophobic and terrifying in there. For those of you who may say "Yeah, but she had EVERYTHING! Why would she waste her time on drugs; she should have JUST GOTTEN SOBER!", let me just say a few things:

-- No one loves to be addicted.
-- No singer or musician I have ever known has dreamed of one day being successful AND strung out.
-- Do you think Amy's success changed HER more, or do you think it is possible that her success changed how other people treated her more?
People who become that high-profile in an overnight fashion rarely have the time or guidance to really know what the hell is going on once that massive "fame monster" smacks them upside the head. She was suddenly on TV and the radio all of the time, she suddenly had a #1 record all over this planet, and won five Grammys. All at once, we expect these people to adjust how we perceive we ourselves would adjust in the same limelight. When that doesn't happen in Amy's case, the tabloids are right there to show us all that "this girl is just plain fucked-up." Maybe she never got a chance to catch her breath.
The "specialists" and talking heads on cable news are criticizing Amy Winehouse's inner circle of "advisors." I know Amy's manager and accountant, and I also know that both of them are VERY stand-up people. It is a shame that people like this, people who have tried their best to help Ms. Winehouse in the past few years, get their names dragged through the mud. But in the end, it is just so sad to have lost this young woman to what will most likely be discovered to be, drugs. She was a talent. She was different. She railed against the norm. She was a musical trailblazer.
In the end, I cannot compare what I went through or experienced with what Amy Winehouse went through. I only know that addiction is a lonely and terrifying place to be. It's not glamorous, and addiction does not care if you are well-known and rich, or a loner-hermit with no dough.
In Amy's case, like mine, I think she had some friends and family who tried and cared about her, but in the end fell short.
I'm sure she must have been a good friend to some people.
I'm sure her parents must have watched with joy as her musical talents blossomed in her young teens at school.
I'm sure that they must really miss her right at this very moment.
They will not have their daughter . . . anymore.

Coletiva de imprensa com Slash realizada no Hotel Sheraton


O guitarrista Slash (ex- Guns N´ Roses) participou de uma coletiva de imprensa, na quarta-feira (6), antes de sua apresentação no Rio de Janeiro, no mesmo dia. Apesar do atraso de duas horas, o famoso detentor da cartola preta respondeu variadas perguntas, com bastante simpatia e bom humor. Antes mesmo de começar a coletiva, seu assessor de imprensa avisa aos jornalistas que Slash não responderia à nenhuma pergunta sobre a sua relação com Axl Rose, uma possível volta com o Guns N´ Roses e outros assuntos afetivos pessoais.

A primeira pergunta foi sobre o seu passado com drogas, e Slash logo responde que já usou tanto, que hoje em dia não tem mais a menor vontade de voltar a experimentá-las. Sobre a sua passagem pelo Brasil, no Rock in Rio, em 1991, ele diz ter sido uma experiência fantástica, que jamais esquecerá, pois considera que tocar com o Guns N´ Roses era sempre incrível, e cada show tem um lugar especial em sua memória. "A emoção de tocar para 100 mil pessoas é muito boa", concluiu. Quando está em turnê, o guitarrista costuma ficar mais concentrado em seu quarto de hotel, treinando, relaxando e se preparando para os shows. "Lembro que pulei de asa-delta, procurei cobras no mato e visitei um museu de répteis (Butantã em São Paulo), que recentemente pegou fogo!", diz. Além disso, Slash diz conhecer muito pouco de música brasileira e apenas conhece o trabalho da banda Sepultura.

Já sobre as participações em seu álbum solo (intitulado Slash), ele diz que foi uma honra ter gravado com cada um deles, pois "provavelmente foram as sessões de gravação mais incríveis que já tive", com destaque para a participação de Ozzy Osbourne e Alice Cooper, artistas que admira desde criança. Slash chega a mencionar que seu maior desejo é gravar algo com Stevie Wonder. Em turnê com o excelente e versátil vocalista Myles Kennedy (Alter Bridge), Slash diz que chegou a convidá-lo para substituir Scott Weiland (Stone Temple Pilots) no projeto Velvet Revolver, porém o vocalista recusou por estar comprometido com o Alter Bridge e as agendas de ambas as bandas não conciliarem. "Ainda não encontramos alguém para o posto de vocalista, mas se eu pudesse, escolheria Myles. Ele é o único capaz de cantar todas as músicas.", diz Slash, negando também a possibilidade da entrada de Sebastian Bach (ex-Skid Row) e Corey Taylor (Slypknot) na Velvet Revolver. "A maior vantagem de ter uma carreira solo é de que não preciso responder nada à ninguém, sou responsável por todo o processo. Gosto de estar no comando.", referindo-se a diferença entre ter uma banda e uma carreira solo.

Sobre os shows no Japão, Slash comenta que gostaria de ter tocado em Tokyo e Yokohama, porém os promotores avisaram que não havia como realizar o evento nas cidades, em decorrência das catástrofes recentes (terremotos e tsunamis). O guitarrista chegou a tocar em Osaka, no dia 14, e adiou os outros shows. "Não cancelamos os outros shows, porém só dava pra fazer em Osaka, pois era o primeiro. Se tivessem liberado, teríamos tocado para dar alguma alegria àquelas pessoas, mas com a possibilidade de uma nova catástrofe, impossibilitaram o evento, infelizmente.", diz Slash. Sobre o jogo Guitar Hero, no qual se expôs ao mundo juvenil de forma bastante enfática, passando a ser admirado por crianças e adolescentes, Slash diz que foi uma experiência incrível.

Ao ser questionado sobre qual guitarrista da nova geração chama sua atenção, Slash diz ser uma pergunta difícil, pois não consegue destacar nenhum, a partir do ano 2000. "Dos anos 90, consigo pensar em alguns nomes, mas de uns tempos pra cá, não tenho nenhum nome em mente. “Mas entre os novos posso apontar o guitarrista do Avenged Sevenfold (Synyster Gates). Jack White (ex-White Stripes) é talvez um dos últimos grandes que surgiram. Não há muitos grandes guitarristas hoje em dia, todos se focam na técnica e velocidade.", comenta Slash. Sobre a cartola, diz que é a mesma desde 1990, e que provavelmente estava usando ela no Rock In Rio de 1991. "É um chapéu barato que você pode encontrar em qualquer lugar, mas eu coloco couro e aí fica mais caro. Eu tenho duas cartolas, contando com esta. Uma vez ela foi roubada, mas consegui recuperar!", conclui Slash.

O guitarrista se apresentou no Rio de Janeiro, no dia 6 de abril, no Vivo Rio, em São Paulo, no dia 7 de abril, no HSBC Brasil e hoje à noite (8) irá se apresentar em Curitiba, no Master Hall, com ingressos a R$104 (pista promocional + 1kg de alimento), pois os outros setores estão esgostados.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Slash: ‘Novo disco deve sair em março’

SLASH afirmou que ele ainda se diverte muito tocando seus antigos sucessos do GUNS N’ ROSES.
 A despeito da animosidade entre ele e o frontman AXL ROSE, o ex-guitarrista do Guns N’ Roses e do Velvet Revolver – cujo verdadeiro nome é Saul Hudson – ainda toca algumas das faixas antigas da banda enquanto está excursionando.
Tocas as coisas do Guns é muito divertido pra mim, porque, por um longo período, com a exceção de ‘It’s So Easy’ e ‘Mr. Browstone’ e várias bandas diferentes, eu não tocava material do Guns N’ Roses, especialmente não no Velvet Revolver porque não era o que se devia fazer,” ele disse a Leona Graham do site Absolute Classic Rock.
Slash, que comemora seu quadragésimo – sexto aniversário nesse sábado, 23 de Julho, ainda acrescenta: “E assim tocar o material do Guns foi meio que revigorante e divertido pra mim, e eu curto fazê-lo. O público com certeza também curte.”
Ele tenta achar tempo pra trabalhar em seu segundo disco solo entre as paradas de sua atual turnê pelo Reino Unido.
Deve sair em março do ano que vem. Eu estou compondo-o. Temos um material incrível. Vai ser um disco maravilhoso,” ele disse.
Então, eu estou meio sem palavras, falando de estar animado sobre o disco. Tão logo voltemos [aos EUA], eu vou começar a pré-produção e provavelmente vamos entrar em estúdio no inverno [do hemisfério norte].

Fonte: Lokaos.net